Pela Verdadeira Essência

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 2 comentários




A música nas mãos de qualquer homem tem um poder incrível: Faz despertar dos mais belos sentimentos aos mais baixos instintos. Todo esse poder, quando aplicado a objetivos comuns e verdadeiros, se torna ainda maior e só depende de como e quem o faz real.

 Atualmente, há uma preocupação em massa com a qualidade das músicas no meio cristão. Letras hereges que deturpam a mensagem de Cristo e “limitam” a ação salvífica do Espírito Santo têm sido alvos de constantes críticas (e realmente devem ser). No entanto, ultimamente tenho deixado de lado um pouco da preocupação com as músicas e tenho refletido sobre os músicos. Qual tem sido a verdadeira essência?

Pessoas que são capazes de fazer tais letras e falar “em nome do Senhor”, que preferem resumir sua vida cristã aos domingos, que... Será que realmente têm desenvolvido um bom relacionamento com Deus? Será que estão envolvidas na sublime atmosfera da adoração? Creio fortemente que não!

Infelizmente, o corpo de Cristo tem algumas peculiaridades bem interessantes; uma delas é a seguinte: se alguém é um excelente músico, seu caráter ou seu péssimo estilo de vida de pouco (ou nada) valem porque no momento que pegam o microfone ou tomam seu instrumento, tudo está bem. Como se fosse irrelevante o tipo de pessoa porque nos sentimos bem com o som e mais nada! Precisamos urgentemente mudar isso.

Quando buscamos apenas o próprio reconhecimento, não transmitimos a essência de Cristo e ainda nos chateamos e ficamos rebeldes quando nos é tirada a “oportunidade de brilhar”. O reconhecimento faz coisas estranhas aos músicos (e por que não dizer a humanidade?).

A palavra do Senhor diz que “De modo que se alguém está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas já se passaram, eis que tudo se fez novo.”(I coríntios 5.17).

Ora, se fomos transformados pelo Senhor através do Seu maravilhoso amor, por que não vivermos isso?

Eric foi muito feliz no seu último post falando sobre os desafios da vida cristã. Não é fácil! Satanás sabe muito bem sobre o poder da música e ainda mais do poder que os músicos, quando buscam santidade, podem ter e ele não vai nos deixar em paz.

Vejamos alguns exemplos do poder da influência da música ou do som cuja inspiração em Deus:

  • Davi expulsando um espírito mau, que fora enviado para atormentar Saul, apenas pelo toque ungido do seu instrumento (Veja I Samuel 16:15-23);
  • O livramento de Deus para o povo de Israel nos reinado de Josafá, que diante de uma multidão de inimigos começaram a cantar e louvar ao Senhor. Resultado: Inimigos derrotados! (Veja II Crônicas 20:22)

E tantos outros mais.

Precisamos nos colocar diante do SENHOR para que ministremos e impactemos vidas com o verdadeiro e santo amor.

Ainda se esforçando para adorar?

Veja uma macieira: ela nasce, cresce, dá maçãs bonitas e saborosas...

Nós músicos cristãos somos assim: Nascemos para adorar a Deus. Não precisamos pensar em como fazer isso porque está dentro de nós, na nossa essência. Mas precisamos permitir que sejamos regados pelo espírito santo para que os frutos que geremos sejam saudáveis e que levem vida!

Busquem a verdadeira essência da adoração que é Jesus e que ELE seja tudo o que temos e tudo o que temos para dar!

Deus os abençoe.

 
Por Matheus Soares:

Ando sobre acordes! Membro da igreja batista oásis, Vocalista do ministério de louvor e do grupo Vida e Voz e canto por aí. Envolvido com música desde criança e loucamente apaixonado por Jesus. Toco violão e aprenderei piano. 
Prazer, Matheus Soares: canto tenor! 

2 comentários:

  • Eric Jones disse...

    É como um amigo meu diz "Eu não sei o que é que tem na cabeça do músico que ele acha que não precisa de bíblia e se acha superior a todo mundo."
    E isso, infelizmente, tem sido a verdade.
    Já ouvi isso mais de uma vez e até de seminaristas que estudam o ministério de música.
    E toda vez que ouço isso fico triste e, ao mesmo tempo, me desafio a mudar essa imagem.
    Sabe, acho que principalmente como músico é que devemos ter embasamento bíblico, afinal de que falam nossas música senão bíblia? E vou além, não digo só embasamento bíblico, mas experiências reais com Deus, porque vai ser a partir delas que nossas músicas serão feitas e ministradas.
    Lindo post, Matheus.
    MUITO OBRIGADO por compartilhar isso com a gente.

  • Daniel Quirino disse...

    Muito bom!
    Valeu Matheus! Deus continue te abençoando e abençoando o blog!
    Seria muito bom que esse tipo de conversa fosse feita dentro da "igreja" para, não só expor uma realidade, mas fazer que esse grupo tão importante que é o de louvor, sinta como todos precisam buscar a Deus constantemente.
    Graça e Paz!

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